sábado, 4 de julho de 2009

Trecho do meu (demasiado) coração.

Persegue-me aquele dito de Leonardo Da Vinci, de que não se pode amar ou odiar uma coisa senão depois de a compreender.
Compreendo-te.
E, para que te pudesse compreender, meu amor, destruí-me.

7 comentários:

  1. eu também me destruí assim. :x *

    ResponderExcluir
  2. É por isso que nem sempre deveriamos levar à letra o que os génios dizem.

    ResponderExcluir
  3. ps: compreendo-te.
    E, para que te pudesse compreender, tive de me preencher.

    ResponderExcluir
  4. Podes ter-te destruído, mas ao compreender alguém assim e aceitar, também ganhas-te de certa forma. Mostras-te não só força como o teu (demasiado) coração.
    Agora podes estar em baixo, mas acredito que és como a Fénix. Voltas sempre mais forte.

    ResponderExcluir
  5. POr vezes abdicamos de nós mesmas para os compreender.
    Umas vezes vale a pena, outras nem por isso

    ResponderExcluir
  6. também já compreendi demasiado bem alguém que, no final, acabou por me destruir. Mas sabes que mais? É como o Nuno R diz, depois renasces que nem uma fénix, mais forte do que sempre.

    ResponderExcluir
  7. Dou-te também eu um abraço dos grandes Joana Éme. Bem sei, é a tentar por fim, compreendê-los, que nos destruímos sem sequer nos apercebemos.

    ResponderExcluir