Persegue-me aquele dito de Leonardo Da Vinci, de que não se pode amar ou odiar uma coisa senão depois de a compreender.
Compreendo-te.
E, para que te pudesse compreender, meu amor, destruí-me.
Compreendo-te.
E, para que te pudesse compreender, meu amor, destruí-me.

eu também me destruí assim. :x *
ResponderExcluirÉ por isso que nem sempre deveriamos levar à letra o que os génios dizem.
ResponderExcluirps: compreendo-te.
ResponderExcluirE, para que te pudesse compreender, tive de me preencher.
Podes ter-te destruído, mas ao compreender alguém assim e aceitar, também ganhas-te de certa forma. Mostras-te não só força como o teu (demasiado) coração.
ResponderExcluirAgora podes estar em baixo, mas acredito que és como a Fénix. Voltas sempre mais forte.
POr vezes abdicamos de nós mesmas para os compreender.
ResponderExcluirUmas vezes vale a pena, outras nem por isso
também já compreendi demasiado bem alguém que, no final, acabou por me destruir. Mas sabes que mais? É como o Nuno R diz, depois renasces que nem uma fénix, mais forte do que sempre.
ResponderExcluirDou-te também eu um abraço dos grandes Joana Éme. Bem sei, é a tentar por fim, compreendê-los, que nos destruímos sem sequer nos apercebemos.
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